Produtos * Serviços * Segurança * Links * Ganhe R$ * Paz * Saúde * ReceiTANIOS * Livros online * Seu Sangue, Seu Destino * Músicas


SOMOS A FAVOR DA PAZ NO ORIENTE MÉDIO E NO MUNDO TODO.

E VOCÊ?


Bancarrota dos Estados Unidos?

Visite o site http://halturnershow.blogspot.com/

Assista ao vídeo de Hal Turner em http://video.google.com:80/videoplay?docid=1954933468700958565&hl=es

Golpe estadunidense: O Amero é somente uma parte do grande golpe que os Estados Unidos planejaram!
Escute este comunicado feito pelo então presidente Bush (pai) em 11 de setembro de 1991. Isso mesmo: 11 de setembro! Veja o vídeo em
http://www.youtube.com:80/watch?v=Rc7i0wCFf8g

O plano do chip de controle da população via satélite já é realidade mundial... Planejado por quem?
 Veja o vídeo em
http://www.youtube.com:80/watch?v=4PpMdTmVMpo&feature=related e também em http://www.youtube.com:80/watch?v=aVbHiWm4EOU&NR=1

Saiba mais sobre o golpe do Amero: http://www.youtube.com/watch?v=6hiPrsc9g98

QUEM PAGA A CONTA? CONFIRA: http://video.google.com:80/videoplay?docid=-7568664880564855303

Pelo menos o Brasil está mais preparado para a crise mundial e ainda tem capacidade para prover o mundo no futuro.
Temos petróleo, gás, álcool, biodiesel e hidroelétricas nacionais. Não compramos nada em petrodólares. A crise energética mundial não é uma crise intransponível para o Brasil.
A riqueza norte-americana é artificial e está pintada em papel (os dólares). A verdadeira riqueza brasileira não está pintada em papel, mas nas reservas minerais, na produção agrícola e na pecuária. Isto torna o Brasil praticamente imune à bancarrota financeira mundial.
Commodities são reais. Dólares são virtuais.

Comentários de Tanios Hamzo

Blog do Bourdoukan


Nazi-sionismo
Eis a medalha da aliança

Blog do Bourdoukan

Já escrevi mais de uma dezena de artigos alertando que o pior inimigo do judaísmo é o sionismo.
Já escrevi também dizendo que foi graças aos acordos entre sionistas e nazistas é que teriam surgido os campos de concentração.
E que a colaboração entre nazistas e sionistas atingiu tamanho grau de cumplicidade que até uma medalha foi criada para comemorar a ida à Palestina do enviado da SS nazista Baron Leopold Itz Edler von Mildenstein e de Kurt Tuchler, um dos líderes da Federação Sionista Alemã.
De um lado dessa medalha havia a Estrela de Davi e do outro a Suástica.
É claro que não foram poucas as ameaças recebidas, sempre acompanhadas de adjetivos que a boa educação não permite sua publicação.
É inconcebível, me diziam, que sionistas e nazistas realizassem acordos, e muito menos medalhas comemorativas.
Pois ao contrário do que pensam esses que só conhecem história através do cinema e da televisão, sionistas e nazistas eram, e continuam sendo, irmãos siameses.
E os israelianos (governantes arianos de Israel), comprovam.
Transformaram Israel num posto militar avançado a serviço do imperialismo; construíram o muro do apartheid; e possuem o maior campo de concentração do mundo onde estão confinados mais de três milhões e meio de semitas palestinos.
Aos interessados, principalmente historiadores, sugiro a leitura dos sites anexados.
E também, neste blog, carta aberta assinada por Albert Einstein e Hannah Arendt, além de outros intelectuais, protestando contra a visita de Béguin aos Estados Unidos e o nazi-fascismo em Israel.

Veja mais em:

Voltar ao início desta página

Carta de Michael Moore ao povo dos EUA

No último dia 27 de novembro, o cineasta Michael Moore publicou, em sua página na internet ( http://www.michaelmoore.com ), uma carta dirigida ao Congresso e ao povo dos Estados Unidos. Nela, ele defende, entre outras coisas, que "a única coisa a fazer é cair fora do Iraque". Além de exigir a retirada total e imediata das tropas americanas de ocupação do Iraque, Moore também defende que o país árabe seja indenizado pela ocupação. Leia abaixo a íntegra da carta.

"Amigos,

Hoje (27/11) marca o dia em que permanecemos no Iraque mais tempo que aquele que levamos para combater na Segunda Guerra Mundial.

É isso mesmo. Nós fomos competentes para derrotar a Alemanha Nazista, Mussolini e o Império Japonês inteiro em menos tempo que a única superpotência mundial gastou para tentar tornar segura a estrada que liga o aeroporto de Bagdá ao centro da cidade.

E nós não conseguimos fazer isso. Após 1.437 dias, no mesmo tempo que levamos para irromper pela África do Norte, conquistar as praias da Itália, conquistar o Pacífico Sul e libertar toda a Europa Ocidental, nós não pudemos, após 3 anos e meio, conquistar sequer uma simples estrada e proteger a nós mesmos de bombas caseiras, feita de latinhas, colocadas em buracos nas rodovias. Sem contar que uma viagem de táxi do aeroporto até Bagdá, de 25 minutos, custa 35 mil dólares e o motorista não te dá sequer um mísero capacete para sua proteção.

A culpa desse fracasso se deve a nossas tropas? Dificilmente. Não importa o quanto de tropas, de helicópteros ou de democracias nós cuspamos das nossas armas, nada irá "vencer a guerra no Iraque". Ela é uma guerra perdida. Perdida porque jamais teve o direito de ser vencida, perdida porque começou por homens que jamais estiveram em uma guerra, homens que se escondem atrás daqueles que foram enviados para lutar e morrer...

Vamos ouvir o que o povo iraquiano está dizendo, de acordo com uma pesquisa recente feita pela Universidade de Martland:

- 71% de todos os iraquianos querem os EUA fora do Iraque.

- 61% de todos os iraquianos apóiam os ataques da resistência contra as tropas americanas.

Sim, a vasta maioria dos cidadãos iraquianos acha que nossos soldados devem ser mortos e massacrados!

Então, o que diabos nós ainda estamos fazendo lá? Vamos interpretar como se não tivéssemos compreendido a deixa?

Existem diversos modos de libertar um país. Freqüentemente os cidadãos se rebelam e se libertam a si próprios. Foi assim que nós fizemos.

E você também pode fazer isso de modo não violento, usando a desobediência civil. Foi assim que a Índia fez.

Você pode também fazer com que o mundo inteiro boicote o regime de um país até que ele caia no ostracismo e capitule.

Foi isso que aconteceu com a África do Sul.

Ou, você pode simplesmente esperar que eles cansem e caiam fora, cedo ou tarde, como as legiões do rei fizeram (Algumas só porque estavam com muito frio). Isso aconteceu no vizinho Canadá.

O único modo que não funciona é invadir um país e dizer a seu povo "Estamos aqui para libertar vocês", enquanto eles não faziam nada para libertar-se.

Onde estavam todos esses homens suicidas enquanto Saddam Hussein oprimia o povo?

Onde estavam os "insurgentes" que plantam bombas nas estradas quando o comboio do maligno Saddam Hussein passeava por elas?

E acho que o velho Saddam era um déspota cruel - mas não tão cruel a ponto de milhares arriscarem seus pescoços contra ele.

"Ah não Mike, eles não podiam fazer isso! Saddam os mataria!" Sério? Você acha que o rei George não mataria quem se insurgisse contra ele?

Você acha que Patrick Henry e Tom Paine tinham medo? Isso não os impediu de lutar.

Quando dezenas de milhares de pessoas não têm a inclinação de sair às ruas e derramar seu sangue para remover um ditador, isso deve servir como uma boa pista de que eles não estão desejando participar de alguma libertação promovida de fora.

Uma nação pode ajudar outro povo a remover um tirano (Foi o que os franceses fizeram por nós em nossa revolução), mas depois disso, você cai fora. Imediatamente! Os franceses não ficaram e nos disseram como deveríamos constituir nosso governo.

Eles não disseram "não estamos indo embora porque nós queremos os seus recursos naturais".

Eles nos deixaram à nossa própria sorte e nós levamos seis anos para fazer uma eleição depois da partida deles.

E daí teve uma sangrenta guerra civil. Isso foi o que aconteceu e a História está cheia desses exemplos. Os franceses não disseram:

"Oh, é melhor ficar na América, de outro modo eles vão se matar uns aos outros discutindo essa história de escravagismo".

O único caminho que leva uma guerra de libertação ao sucesso é ter por trás dela o apoio de seus próprios cidadãos - e um numeroso grupo de Washingtons, Jeffersons, Franklins, Gandhis e Mandelas liderando a insurreição. Onde estão esses faróis da liberdade no Iraque?

Essa é uma piada e tem sido uma piada desde o início. Sim, nós éramos a piada, mas com 655.000 iraquianos mortos como resultado da nossa invasão - segundo a Universidade John Hopkins - eu acho que a piada de mau gosto agora é deles. Pelo menos eles foram libertados, permanentemente.

Por isso não quero ouvir nenhuma outra palavra sobre enviar ainda mais tropas (acorda Estados Unidos, John McCain está maluco!), ou sobre "realocá-las", ou esperar mais quatro meses para começar a "vencer o prazo" delas.

Só existe uma única solução e ela é simples: retirada! Agora. Comecem hoje à noite. Vamos cair fora de lá o mais rápido que pudermos.

Quanto mais pessoas de boa vontade e consciência não quiserem acreditar nisso, quanto mais mortes nós teremos para aceitar a derrota, nada poderemos fazer para reparar o dano que cometemos. O que aconteceu, aconteceu.

Se você dirigiu bêbado, atropelou e matou uma criança, não haverá nada no mundo que você possa fazer para devolver a vida àquela criança.

Se você invadiu e destruiu um país, lançando o povo a uma guerra civil, não há nada que você possa fazer até que a fumaça dissipe e o sangue derramado seque. Então, talvez, você possa acordar e ver a atrocidade que cometeu e depois ajudar os sobreviventes a tentar melhorar suas vidas.

A União Soviética caiu fora do Afeganistão em 36 semanas. Saíram assim e tiveram perdas pesadas na retirada.

Eles compreenderam o erro que cometeram e removeram suas tropas. Depois, veio uma guerra civil. Os maus venceram.

Mais tarde, nós derrubamos os maus e tudo viveu melhor depois disso. Veja! No fim, a coisa funciona!

A responsabilidade pelo fim dessa guerra cabe agora aos democratas. O Congresso puxa as cordinhas e a Constituição diz que só o Congresso pode declarar a guerra. O senhor Reid e a senhora Nancy Pelosi têm agora o poder para colocar um fim a essa loucura. Se fracassarem nisso, a ira dos eleitores recairá sobre eles. Nós não estamos brincando senhores democratas e se vocês não acreditam em nós, toquem em frente e continuem essa guerra por outro mês. Nós lutaremos contra vocês ainda mais forte que fizemos contra os republicanos. A página de abertura de meu site na Internet tem uma foto de Nancy Pelosi e Henry Reid, feitas a partir de fotos de soldados americanos que morreram lutando a Guerra de Bush.

Mas que será a partir de agora a Guerra de Bush contra os Democratas, a menos que alguma outra rápida ação seja tomada.

Essas são nossas exigências:

  1. Tragam as tropas para casa já! Não em seis meses. Agora! Deixem de procurar um meio de vencer. Nós não podemos vencer. Nós perdemos. Às vezes se perde. Essa é uma dessas vezes. Sejam corajosos e admitam isso.

  2. Peçam desculpas a nossos soldados e façam melhor. Digam a eles que nos desculpem porque eles foram usados para lutar uma guerra que não tinha nada a ver com a nossa segurança nacional. Nós precisamos assegurar que cuidaremos deles e que eles sofrerão o mínimo possível. Os soldados incapacitados física e psicologicamente receberão os melhores cuidados e uma compensação financeira significante. As famílias dos soldados que morreram merecem as maiores desculpas e precisam ser cuidadas para o resto das suas vidas.

  3. Devemos nos expiar das atrocidades que perpetramos contra o povo do Iraque. Há poucos males piores que fazer a guerra baseados em uma mentira, invadir outro país porque você quer o que é deles e que está enterrado no solo. Agora muitos mais irão morrer. Seu sangue estará em nossas mãos, não interessa em quem votamos. Se você paga impostos, contribuiu para os 3 bilhões de dólares por semana que gastamos para levar o Iraque para o Inferno onde está o país agora. Quando a guerra civil tiver terminado, nós deveremos ajudar a reconstruir o Iraque. Nós não podemos nos redimir se não fizermos isso.

Por último, há uma coisa que eu sei. Nós, americanos, somos melhores do que as coisas que fizeram em nosso nome. A maioria de nós ficou estarrecida e zangada com o que aconteceu em 11 de setembro e perdeu a cabeça. Nós não pensamos direito e jamais olhamos um mapa.

Porque somos mantidos na estupidez graças ao nosso sistema patético de educação e à nossa mídia preguiçosa, não sabemos nada de História.

Nós não sabemos que somos as caras que financiaram e armaram Saddam Hussein por muitos anos, inclusive quando ele massacrou os curdos.

Ele era o nosso cara. Nós não sabíamos o que era um sunita ou um xiita, sequer havíamos escutado essas palavras.

De acordo com o National Geographic, 80% dos adultos do nosso país não sabem localizar o Iraque no globo terrestre.

Nossos líderes jogaram com nossa estupidez, nos manipularam com suas mentiras e nos amedrontaram até a morte.

Mas, no fundo, somos um povo de bom coração. Aprendemos devagar, mas a bandeira de "missão cumprida" nos atingiu de modo ímpar e cedo começamos a fazer algumas perguntas. Depois, começamos a ficar espertos. No último dia 7 de novembro, nós ficamos loucos e tentamos consertar nossos erros.

A maioria agora conhece a verdade. A maioria agora sente uma tristeza e culpa profundas e uma esperança de qualquer coisa que seja feita, será melhor e colocará tudo nos eixos.

Infelizmente, não é assim. Então precisamos aceitar as conseqüências de nossas ações e fazer o melhor para que o povo iraquiano possa até pensar em pedir auxílio a nós no futuro. Pedimos a eles que nos perdoem.

Pedimos aos democratas que nos escutem e que saiamos do Iraque agora!

Do seu,

Michael Moore".

http://www.michaelmoore.com
 

As Nações Unidas são, pela sua falta de poder em manter a paz no mundo e pela sua falta de decisão, vergonhosamente cúmplices do Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, no assassinato de civis libaneses e na total destruição do Líbano. O objetivo desta página e dos sites correlatos é mostrar que a existência da Organização das Nações Unidas é uma vergonha mundial.
  • Baixe trabalhos artísticos (DOWNLOADS)
  • Leia e comente nosso BLOG
  • Veja FOTOS de cortar o coração
  • Entre em CONTATO e envie suas idéias

Veja quais são as 70 (isso mesmo: SETENTA!) resoluções da ONU contra o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos. É desnecessário dizer que o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, NUNCA respeitou NENHUMA delas... A ONU sempre foi ignorada pelo Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos. Envie este link a todas as pessoas interessadas: http://www.theuncampaign.org/un-resolutions.html

Tanios Hamzo

Desabafo de um irmão libanês: Caro e muito estimado irmão, Obrigado pela atenção.

Do seu poço de sabedoria, beberei sempre, embriagar-me-ei com a doçura dos seus termos e com o néctar do seu conhecimento.

Não comentarei seu artigo, sei da sua profundidade e de fatos históricos mencionados nele.

Quero somente salientar alguns pontos e peço ajuda, para chegar a minha voz a todos os homens de boa fé, tolerantes e justos.

Líbano, a terra do cedro, da justiça, da bondade e do saber não merece passar por uma nova devastação desumana e cruel e o seu povo que tanto contribuiu com a humanidade não merece ser massacrado e expulso das suas casas e da sua terra.

Motivos? Que motivos o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos teria para atacar o Líbano? É parte da terra prometida? É uma fronteira não segura para uma paz injusta e imposta por interesses israelenses e americanos na região? É interesse pela doce água que banha o solo libanês? (Aliás: as fazendas do sul do Líbano estão sendo alagadas por esgoto e sujeiras que contém produtos químicos e biológicos despejados pelo Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos).

Perseguir os palestinos que os expulsou das suas próprias casas nos anos 40, 50, 60 e hoje, são um pretexto para ataques cruéis? Qual é o motivo que o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos tem? O Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos nunca respeitou uma resolução da ONU, e nem por isso foi atacada por americano, inglês ou francês.

Usou os mais modernos e muitos tipos de armas contra palestinos e libaneses, e também nunca alguém o condenou por isso.

A patrulha israelense invadiu o Líbano, e foram capturados dois soldados no solo libanês pelo Hezbollah, guardião daquela região.

Quem atacou quem? Quem iniciou a agressão? Quero esclarecer caro irmão que, quem definiu Hezbollah de terrorista ele mesmo, financiou a guerra entre Iraque e Irã, treinou Ben Laden para lutar contra os então soviéticos, deu luz verde ao Sadam para invadir o Kuwait e assim teria legitimidade de instalar bases militares no Golfo; invadiu o Iraque, alegando que o Sadam possuía armas químicas e de destruição em massa.

Erraram, erraram, erraram... Mentiram, mentiram e continua mentindo... O mundo inteiro está vendo à ignorância de Bush, este assassino (como chamado pelos próprios americanos) e a submissão de Blair à vontade do primeiro (Bush). O mundo está assistindo o maior massacre contra o povo Palestino e o povo Libanês, sem se quer se mexer ou levantar uma palha para impedir esse genocídio.

O egoísmo Israelense e americano e os interesses financeiros e econômicos na região de Oriente Médio estão falando mais alto, estão impondo uma ação contra a humanidade, estão matando gente inocente, crianças, mulheres e velhos.

Hezbollah é um partido político fundado por libaneses xiitas, que tem quase 1/5 do parlamento libanês, defendeu (junto aos comunistas, socialistas e outros patriotas) o Líbano expulsando os Israelenses e colocando uma ordem na região sul, mesmo quando o Líbano ainda era ocupado - por conveniência americana e israelense - por tropas sírias.

Mesmo assim o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos ficou nas fazendas de Chibaa, um ponto estratégico para os seus interesses, desobedecendo a resolução da ONU que determinou a desocupação do território libanês.

Não morro de amores pelo Hezbollah, nem sou partidário dele, mas, a verdade deve ser dita, não por causa de Hezbollah nem por causa de dois soldados israelenses que o Líbano foi atacado, mas sim, por colocar em execução um plano diabólico para o oriente médio; prova disso, a declaração da secretária do estado americano Condoleezza Rice que disse: após essa dor nascerá um novo oriente médio.

Aliás, este oriente que já foi chamado de Oriente mínimo, no início da guerra fria passou a ser chamado de Oriente Médio para abranger Turquia, Irã e Paquistão num bloco anti-União Soviética.

Com o surgimento do movimento de libertação árabe, passou a ser chamado de Mundo Árabe, e então decidiram batizar a região em MENA (Médio Oriente e Norte da África). E agora voltaram a chamar a região de Oriente Médio novamente, que segundo Rice será "Novo" Oriente Médio.

Não vou estender-me mais, mas faço apelo a todos os homens de bem neste mundo, coloquem a mão na consciência e julguem sem parcialidade os atos do Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, Gritem contra esse massacre, pressionem para parar Imediatamente este genocídio... Ontem, foram o Afeganistão, o Iraque, a Palestina e hoje o Líbano.

Amanhã será a vez de quem? Hoje o petróleo e amanhã será a vez da água.

Será que estamos seguros, mesmo aqui? Forte e fraternal abraço, Kháled Fayez Mahassen

Tanios Hamzo

TOLERAR O INTOLERÁVEL É TORNAR-SE CÚMPLICE Marta Guerra - Jornalista - DRT 297-RN

É verdade que o mundo tornou-se insensível às tragédias humanas.

A distância entre nosso Eu anestesiado pela avalanche de informações, pelo consumismo e pelo comodismo e aquele Outro que sofre exclusão, fome e miséria funciona como um escudo que protege nossa sensibilidade da dor por algo que julgamos fora do nosso alcance resolver.

Até certo ponto, isto é um mecanismo de defesa da Vida, porque ela quer viver, apesar de tudo o que conspira contra ela.

Contudo, há coisas cuja magnitude provoca a penetração para além desse escudo e, se ainda nos resta alguma sensibilidade, exige uma tomada de posição.

Porque se o nosso egoísmo nos impede desta tomada de posição, nos impede também de ter dignidade, considerada por Kant como o diferencial dos seres humanos face às outras espécies animais.

A presente situação do Líbano é paradigmática disto.

A assimetria de forças e de tecnologia nesta guerra (não digo injusta, porque seria um pleonasmo; não existem guerras justas) que sob o pretexto de deter o Hezbollah está destruindo toda a infra-estrutura de um pequeno país menor que o Estado de Sergipe e a indiferença do mundo aos efeitos colaterais representados pela morte e pelo êxodo de centenas de civis inocentes, como que legitima a barbárie e o retrocesso da nossa humanidade.

O bombardeio do 30 de julho que destruiu um prédio de quatro andares em Canaã que abrigava refugiados na sua maioria mulheres e crianças deve ser este ponto de não retorno para que nos posicionemos ante a barbárie, quando mais não seja, porque se a legitimarmos amanhã poderemos ser suas vítimas.

É fora de dúvida que o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, tem o legítimo direito de defesa.

Mas este direito só deve ser exercido dentro de certos limites e sobretudo guardar proporcionalidade com o ataque sofrido.

Se o que aquele Estado deseja é a entrega dos dois soldados capturados numa operação militar pelo Hezbollah com o objetivo de troca de prisioneiros, é evidente a desproporcionalidade de destruir todo um país e matar (até agora) mais de 700 civis para conseguir de volta esses dois soldados.

Esta desproporcionalidade é por si mesma reveladora de que este pretexto não é o móbile da guerra, mas de que ela está ligada a objetivos maiores, como diz Bush, conectados a outros interesses.

Continuo acreditando que a situação do Oriente Médio só se resolverá SE, e QUANDO, potências estrangeiras alheias ao conflito deixarem de tirar proveito da situação em benefício próprio e às custas de vidas que consideram insignificantes.

Em segundo lugar, SE, e QUANDO, todas as partes envolvidas aceitarem um diálogo franco e sobretudo verdadeiro através do qual cada parte reconheça seus erros e aja concretamente de modo a redimi-los.

A destruição do Líbano ocorre justamente quando o Hezbollah, o Hamas e o Fatah haviam se mostrado dispostos a reconhecer ao Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos o seu direito de existir legitimamente, em troca da paz e da demarcação do território palestino como previsto na resolução n° 181 da ONU que em 1948 criou o Estado de Israel, destinando-lhe 56% do território Palestino e reservando 44% desse mesmo território para a criação do Estado Palestino.

Estamos em 2006, o Estado Palestino ainda não existe sequer informalmente e pior: a sua área foi reduzida a cerca de 20% da partilha original por força das anexações unilaterais praticadas pelo Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos.

Evidentemente, os próprios palestinos já reconhecem que terão de fazer concessões sobre estes territórios ocupados, mas exigem que isto faça parte de negociações diplomáticas bilaterais e não que seja imposto pela força.

É esta a reivindicação do Hamas e do Fatah, e ainda que enquanto pacifistas possamos discordar dos seus métodos não podemos deixar de reconhecer a justiça do seu pleito.

Quanto ao Hezbollah, ele reivindica apenas a integridade do território libanês e a sua soberania.

É por isso que não existem homens-bomba do Hezbollah nem ações dessa organização contra civis fora do território libanês.

Fora do Líbano há apenas incursões militares que objetivam resgatar libaneses feitos prisioneiros ou liberar as fazendas de Chebaa, no sul do país, ainda na posse do Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos.

Vale lembrar que da Resolução 273/49 que acolheu o Estado de Israel como membro da ONU faz parte o seguinte: "... decide que Israel é um Estado amante da paz, que aceita as obrigações contidas na Carta e está capaz e desejoso de cumprir essas obrigações."

Evidentemente, entre estas obrigações não se encontra a destruição de um país vizinho nem o massacre de seus habitantes.

É interessante recordar também que Hitler chamava de terroristas os partisans que resistiam à ocupação nazista da Itália e da França.

Embora pintados como terroristas, os combatentes do Hezbollah são na realidade patriotas que defendem seu já exíguo território, cuja culpa é somente a de ser uma das regiões mais férteis e mais bonitas do Oriente Médio.

Além disso, o Hezbollah é também um partido político que integra legitimamente a coalizão que governa o Líbano, sendo responsável por ações sociais no sul daquele país como a criação e a manutenção de escolas e de hospitais.

É por esta razão que conta com o apoio da população por eles beneficiada, sendo um grave erro de cálculo da inteligência militar supor que culpar o Hezbollah pelo flagelo do Líbano iria fazer a população libanesa voltar-se contra ele.

O filósofo francês Michel Foucault diz que as relações de poder não se estabelecem sem a produção, a acumulação, a circulação e o funcionamento de discursos apresentados como verdadeiros.

Diz também que a suposta verdade desses discursos é orientada pela vontade de verdade que distorce a realidade para adequá-la ao fim pretendido.

Nessa questão do Oriente Médio isto pode ser observado de modo cristalino, pois são os interesses que orientam a imposição de um novo Oriente Médio segundo um desenho e objetivos traçados em confortáveis gabinetes de empresas e governos estrangeiros que usam as populações e as forças armadas daquela região como peças de um sangrento jogo de xadrez, para ditarem as regras sujas de um jogo no qual sequer aparecem, muito menos se colocam na mira das armas químicas jogadas no Líbano ou dos katiushas atirados sobre os territórios ilegalmente ocupados pelo Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos.

É essa vontade de verdade que transforma patriotas em terroristas e vítimas em culpados, colocando a verdade ao lado da desrazão e da brutalidade e a razão ao lado da fantasia e da maldade.

Esta situação denuncia a patética impotência da ONU frente aos interesses da globalização e exige dos seres humanos que conservam um mínimo de dignidade que se posicionem e façam o que estiver ao seu alcance para denunciar a injustiça desse estado de coisas, exigindo um cessar-fogo imediato e incondicional como condição de possibilidade para qualquer negociação.

Porque se não fizermos isto, além de ajudarmos a enfraquecer e deslegitimar a ONU estaremos também sendo cúmplices da barbárie.

Porque, como ensina Comte-Sponville, "Tolerar o sofrimento dos outros, tolerar a injustiça de que não somos vítimas, tolerar o horror que nos poupa não é mais tolerância: é egoísmo, é indiferença, ou pior.

Tolerar Hitler era ser seu cúmplice, pelo menos por omissão, por abandono, e essa tolerância era já colaboração."

Domingo, 30 de julho de 2006, dia do massacre de Canaã.

Assine e passe adiante Petição para salvar o povo Libanês

  • Por favor, acesse http://epetitions.net/julywar/index.php e assine a Petição para salvar o povo Libanês (a página da internet estará em inglês).

  • Basta preencher com seu primeiro nome o campo “FirstName”, com seu sobrenome o campo abaixo, “LastName” e com seu endereço de e-mail o campo seguinte, “Email”.

  • Feito isso, clique em “SIGN PETITION” para assinar eletronicamente a petição pela paz no Líbano.

  • Pela lei vigente, seu voto só será válido se for confirmado eletronicamente e por isso, logo em seguida, você deverá receber um e-mail agradecendo seu reforço na petição e pedindo confirmação para validar sua intenção.

  • Basta clicar no link que virá logo abaixo, no mesmo e-mail, que você estará contribuindo para um mundo melhor, mais pacífico e mais justo.

  • Depois de clicar no link, uma página da internet será aberta mostrando o total de assinaturas e agradecendo novamente seu nobre gesto.

  • Se quiser, clique no link "Click Here" ou acesse http://epetitions.net/julywar/signatures.php para ver TODAS as assinaturas, INCLUSIVE A SUA, clicando em "LAST".

Passe este e-mail adiante para seus amigos e todas as pessoas de bem que desejam um mundo mais pacífico e com mais justiça.

Civis Libaneses estão sob constante ataque do Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos por vários dias.

O Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos está bombardeando por mar e ar toda a população civil do país.

Civis inocentes estão sendo punidos coletivamente no Líbano pelo Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos por atos terroristas deliberados como descritos no Artigo 33 da Convenção de Genebra.

Acesse agora / Encaminhe aos amigos e às pessoas de bem: http://epetitions.net/julywar/index.php

A Paz começa com a justiça

Esta petição está sendo enviada a todos os órgãos representativos (senado, congresso, assembléias, etc.) dos Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Reino Unido e Comunidade Européia.

Além disso, será enviado a mais de 500 órgãos divulgadores da mídia ao redor do mundo.

Se você tiver contato com alguma autoridade representativa, por favor, encaminhe-nos uma relação e a incluiremos como destinatária de nossa petição.

ASSINE A PETIÇÃO: http://epetitions.net/julywar/index.php .

A paz agradece.

A leb.org sempre se manteve distante da política, permanecendo neutra diante dos acontecimentos políticos. Mas o assunto agora não é sobre política: O Líbano está sendo destruído neste instante e precisamos fazer algo para terminar com esta tragédia. Devemos permanecer juntos e reagir! Por favor, leia nosso APELO PARA O CESSAR-FOGO (http://www.leb.org/v3/lebanon) e junte-se a nós em nosso esforço para alertar a comunidade internacional no sentido de terminar com o derramamento de sangue e destruição. Imprima cartazes, envie e-mails às embaixadas, jornais, TVs, rádios, órgãos da ONU, organizações não-governamentais, igrejas, mesquitas, templos, sinagogas, centros espíritas e a todas as missões de paz.

Pedimos o CESSAR-FOGO imediato!

20 de julho de 2006

O Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos está destruindo o Líbano. Eles não têm o direito de fazer isso. Crianças, mulheres, civis inocentes estão sendo covardemente assassinados pelos traiçoeiros ataques israelenses. Famílias inteiras estão sendo caçadas e dizimadas em suas próprias casas. Pontes, ruas, aeroportos, portos, estradas, usinas de força e redes de comunicação estão sendo aniquiladas. O país inteiro está incomunicável com o resto do mundo. Nós, Libaneses, simpatizantes e todas as pessoas de bem, estamos inconformados, estamos sofrendo, estamos raivosos, estamos determinados e mobilizados para trabalhar juntos e salvar uma nação. A iniciativa israelense é uma punição coletiva covarde, desleal e desproporcional infringida ao Líbano por motivos equivocados: O que acontece hoje vai muito além da troca de prisioneiros. Nem o governo libanês nem o povo inocente do Líbano foram oficialmente comunicados ou concordaram com o rapto dos dois soldados israelenses invasores. O Líbano está em desespero: É um desastre humanitário e econômico.

  • Pedimos o cessar-fogo imediato sob os auspícios da ONU,

  • Pedimos a restituição do governo soberano em todo território libanês, com a cooperação da ONU,

  • Pedimos sua ajuda para convencer o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos a parar com os ataques.

Ajude como puder, assim que puder.

O Líbano sobreviverá!

 

Voltar ao início desta página


Em nome da paz... Por Murilo Dias Cesar murilodiascesar@uol.com.br

CAROS AMIGOS:

Recebi mais de duas dezenas de e-mails, criticando matéria que inseri recentemente no INFORMATIVO CULTURAL e no FÓRUM TEATRO sobre o massacre do povo libanês pelo Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos. Alguns "emailistas" criticaram (o que é muito positivo) a minha posição, outros me apodaram com algumas expressões que, "muito nos antigamentes", eram classificadas como "de baixo calão"... Refleti muito sobre as mencionadas expressões de "baixo calão" e resolvi proceder a uma mudança radical de opinião, "virando casaca", também como se dizia "muito nos antigamentes". Dentro dessa nova e repentina mudança de linha, declaro em alto e bom som que o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos está muito certo, tem infinitas razões, inclusive e principalmente humanitárias, de bombardear o Líbano - e terão também mais razões ainda quando, com aviões e armamento americanos, bombardearem "fraternalmente e em nome da paz" outros países, com o nada enrustido aplauso de Bush.

Seguem os motivos de minha brusca e repentina mudança de opinião:

  1. Desde o século XIX, grandes pensadores de alto nível intelectual e financeiro, especialmente financeiro, proclamam que um dos grandes problemas da humanidade é o crescimento excessivo da população mundial. Em palavras mais prosaicas: o povo "tem relaçõe sexuais" demais e superlota cidades, metrôs, igrejas, shoppings, praias, etc. Um tal de Malthus, pastor anglicano, "provou cientificamente" que as guerras contribuem positivamente para a solução ou, pelo menos, para minorar esse problema da superpopulação. Ora, o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, tomou ao pé da letra a tese malthusiana, adaptou-a para os tempos atuais e a está pondo em prática, massacrando o povo liba... Quer dizer, dando uma importante contribuindo para a redução da população mundial.

  2. Os humanitários bombardeios israelenses proporcionaram uma sadia mudança de hábitos a mais de 500 mil pessoas (um quarto da população libanesa), que estão fugindo das zonas em que o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, está bombardeando covardemente. Esse pessoal todo, em vez de permanecer no aconchego de seus lares, assistindo do sofá de suas casas pela tevê os ratinhos, sílvios santos, faustãos e gugus daquelas paragens, ou seja, levando vida sedentária (e adquirindo muitos males e até doenças decorrentes do sedentarismo) está agora fazendo longas e saudáveis caminhadas... Essa nova forma de vida só foi possível após centenas de milhares de libaneses terem perdido suas casas, lares, lojas, indústrias, igrejas, escolas, hospitais, hoje transformados em escombros. Certamente essa multidão - que tende a aumentar com o aumento dos bombardeios humanitários israelenses - ficará em excelente e sadia forma física...

  3. Os bombardeios israelenses, em legítima defesa da paz, mataram (por enquanto) apenas 7 (sete) brasileiros. Um número ínfimo de compatriotas nossos... Um porta-voz qualquer do Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos ou então um "release", amanhã ou depois, irá pedir desculpas ao governo brasileiro e certamente contará com a devida compreensão dos familiares desses 7 (sete) brasileiros "eliminados fisicamente" em nome da segurança, da paz e do combate ao terrorismo.

  4. O Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, hoje está dando significativa e imprescindível contribuição para o progresso científico e tecnológico da humanidade, massacrando o povo libanês com bombas americanas de última geração. Mais: estão contribuindo também para fazer com que o fantasma do desemprego desapareça da indústria armamentista estadunidense.

  5. Os bombardeios israelenses são absolutamente democráticos, já que não fazem qualquer distinção de sexo, idade, profissão, estado civil, religião, etc. das populações libanesas e dos estrangeiros que estão naquele país. Todo mundo é sadiamente bombardeado / massacrado, sem preconceitos...

  6. Além de lares, casas, lojas, hospitais, igrejas, escolas, animais, seres humanos, etc., os aviões israelenses estão agora (noticiário de hoje) lançando as mencionadas bombas "inteligentes" americanas (essas que quando caem no solo lançam estilhaços e microbombas em quem tem o azar de estar por perto) também em cemitérios... Não é mesmo um troço originalíssimo? É a total "ausência de preconceitos" que atinge seus limites extremos: até defuntos entram na onda dos "democráticos bombardeios israelenses"...

  7. Quando, durante a Segunda Guerra Mundial, os alemães conquistavam um país e um figurão nazista era morto por um guerrilheiro, o exército nazista fuzilava, em média, vinte ou, no máximo, trinta civis. O Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, ganha de goleada essa modalidade de competição: para cada israelense morto, os neonazistas israelenses massacram covardemente, via aérea e terrestre, populações libanesas inteiras e não uma merreca de vinte ou trinta civis...

  8. A "nossa" mídia publica: O EXÉRCITO ISRAELENSE ORIENTA 300 MIL LIBANESES A SE RETIRAREM DAS REGIÕES QUE VÃO BOMBARDEAR... Traduzindo: o exército israelense, preocupado com o bem-estar dos libaneses, "orienta": amigos libaneses para que saiam de suas casas, de seus lares, de suas lojas, de suas propriedades, de seus hospitais, de suas escolas, etc., que a gente, muito a contragosto, vai ter que bombardear tudo, tudinho. Ou seja, avisam primeiro e bombardeiam depois... Como são humanitários, bonzinhos... Ao contrário dos nazistas que sequer avisavam o pessoal dos países que conquistavam para se retirar e mandavam bala...

  9. É curioso que o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos e boa parte da comunidade judaica derramam caudalosos rios de lágrimas por causa do HOLOCAUSTO, que realmente ocorreu, holocausto de que, a bem da verdade, foram vítimas também outros povos: russos, poloneses, belgas, gregos, etc. e não apenas os judeus. Uma das ironias da história: O Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, agora "fabrica" covardemente um verdadeiro HOLOCAUSTO DO POVO LIBANÊS. Graças aos israelenses, as gerações libanesas futuras poderão também se orgulhar de terem tido também seu próprio HOLOCAUSTO...

  10. Claro que o governo Bush, pelo menos nesse conflito, é absolutamente imparcial e, como provou ao invadir o Iraque para livrar o mundo das "armas de destruição em massa", é a favor da paz universal. Por isso mesmo, seus representantes no Conselho de Segurança da ONU estão vetando qualquer resolução que exija o cessar fogo imediato das hostilidades... Afinal, para que tanta pressa em acabar com o conflito?

Brecht dizia que a história é irônica e cruel: em determinado momento um povo é vítima - noutro, é carrasco. A ação genocida e terrorista do Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, prova que Brecht, mais uma vez, tinha razão: Está na lembrança de todos nós o quanto o povo judeu sofreu vítima dos Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial e hoje é o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, que está "brindando" o mundo, via mídia, em especial pela TV, com uma das maiores ironias e crueldades da história...

Murilo D. César

Tanios Hamzo

Voltar ao início desta página


ACONTECEU EM SÃO PAULO GRANDE PASSEATA PELA PAZ NO LÍBANO

No domingo, 6/8, milhares de pessoas ocuparam a Praça Oswaldo Cruz para protestar contra o massacre promovido pelo Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos. No aniversário de um dos maiores genocídios da história, a explosão da bomba atômica em Hiroshima, em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, milhares de brasileiros e árabes que residem na capital paulista foram às ruas pedir paz.

A grande manifestação aconteceu no domingo, 6/8, com concentração na Praça Oswaldo Cruz, perto do Metrô Paraíso.

A passeata seguiu pela Av. Paulista e Brigadeiro Luiz Antonio rumo à Av. República do Líbano, perto do Ibirapuera.

Além disso, em 4/8, das 13h30 às 14h30, o comércio novamente fechou as portas, desta vez na Rua 25 de Março – no dia 28/7 foi a vez de o Brás protestar.

As iniciativas são do Comitê de Solidariedade aos Povos Árabes, que reúne uma série de entidades da sociedade civil, incluindo as que representam a comunidade árabe em São Paulo e no Brasil.

Diante da investida do Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, ao Líbano, iniciada em 12 de julho – que destruiu toda a infra-estrutura do País, fez milhares de vítimas e deixou 25% da população desabrigada e exilada –, o comitê se formou e inclusive já realizou outro grande ato público, na Praça da Sé, no dia 21 de julho, que reuniu aproximadamente 2 mil pessoas.

Assim, os paulistas fazem coro às vozes que se erguem em todo o mundo e clamam pelo cessar-fogo imediato e incondicional e a reconstrução imediata do Líbano e Palestina.

Atendimento à imprensa: (11) 9187-1703 ou 7663-1907, com Soraya Misleh, ssmaili@farm.epm.br

Tanios Hamzo

Voltar ao início desta página


Passeata Pacífica Apolítica ‘Jovens Amigos do Líbano’

Aconteceu Sábado, 22/7/2006. Saída: Avenida República do Líbano, altura do número 2.267 (perto do cruzamento com a Avenida Ibirapuera) Trajeto: Avenida República do Líbano até o Parque do Ibirapuera

“Paz. Passe esta Mensagem!”

Manifestação jovem e apolítica em favor da paz no Líbano com participação de toda a sociedade. Como a imprensa tem noticiado, o Líbano está sendo bombardeado e muitos inocentes civis estão sendo mortos, fugindo de suas casas e tendo seus patrimônios destruídos em um massacre duro. Para mostrar ao mundo que a Paz deve ser pedida, jovens brasileiras com ascendência libanesa se solidarizaram com a situação crítica em que o Líbano se encontra e organizaram-se para realizar a passeata pacífica “Jovens Amigos do Líbano” na Avenida República do Líbano, em São Paulo.
Organizadoras: Alia Rached, Rana Rached, Carla Rached, Georgia Fajuri, Paula Cotait Kara José, Simone Pierre Ziad.
Informações e contato: alia.r@terra.com.br , rrached@terra.com.br , g.fajuri@uol.com.br , paulackj@terra.com.br , siziade@hotmail.com

Ajude como puder, assim que puder. O Líbano sobreviverá!

Voltar ao início desta página


Contra o massacre de civis Libaneses

No dia 27/7/2006 todos os árabes, descendentes de árabes, simpatizantes e todas as pessoas de bem do Rio Grande do Sul fecharam as lojas das 10 às 11 horas da manhã em protesto.

Tinha cartazes fixados nas portas: "Contra o massacre de civis Libaneses, cometidos pelo Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos."

Em 6/8/2006 às 9h00, Ato de Solidariedade no Bric da Redenção em Porto Alegre.

Abraços Fátima A. Sawalla Presidente da SAPGPA fatiali@terra.com.br

Tanios Hamzo
Visite:

Voltar ao início desta página


MANIFESTO LÍBANO-PALESTINA

Rede Internacional BECE-REBIA Rede Brasileira de Informação Ambiental

"... Amigos: Acabo de ser informado que mísseis estão atingindo a aldeia onde nasci. É a aldeia de Miniara Akkar, essencialmente cristã e onde nasceu o imperador romano Alexandre Severo. Tenho muitos parentes e até agora não sei de mortos. Feridos sei que há muitos. Todas as pontes, construídas pelos romanos e patrimônio da humanidade, foram destruídas." abraços

Georges Bourdoukan

Escritor e Colaborador da Revista Caros Amigos

georges_bourdoukan@camposcampos.com.br

Tanios Hamzo
Visite:

MANIFESTO EM DEFESA DA CONVIVÊNCIA INTERNACIONAL PACÍFICA

Em relação aos recentes acontecimentos no Oriente Médio, consideramos essencial que o governo brasileiro, representante de um Estado, considerado democrático e de direito, registre, pública e imediatamente, os seguintes pontos e diretrizes de ação política:

  1. Cessação imediata dos covardes ataques do exército israelense ao Líbano, que constituem violação inaceitável da soberania e integridade do povo libanês e que já mataram e continuam ameaçando a vida de milhares de cidadãos brasileiros no território libanês;

  2. Instauração imediata de negociações diplomáticas para solução de eventuais conflitos;

  3. Que o Governo de Israel e seus aliados respeitem as regras da convivência internacional pacífica, as normas e leis internacionais vigentes, em particular o cumprimento das resoluções da ONU acerca das relações e divisões territoriais entre o Estado de Israel e os Estados Árabes no Oriente Médio;

  4. Reconhecimento por parte do Governo de Israel da soberania da Autoridade Palestina, democraticamente eleita pelos palestinos, incluindo a retirada dos territórios ocupados e o repasse imediato da totalidade de impostos e transferências financeiras e orçamentárias devidas à Autoridade Palestina;

  5. Ação efetiva e duradoura do governo brasileiro para que todos os atores comerciais, financeiros e políticos internacionais respeitem e promovam, em particular no Oriente Médio, o exercício de direitos sociais inalienáveis como Liberdade de Expressão e Organização, Saúde, Higiene, Educação, Habitação e Condições Dignas de Vida e Trabalho;

  6. Proponha, através de seus representantes na ONU, resolução plenária da entidade cujo conteúdo reflita os pontos (1) a (5) indicados acima;

  7. Subordinar a participação brasileira em eventuais acordos comerciais à promoção do cumprimento dos pontos (1) a (5) acima.

São Paulo, 15 de Julho de 2006 Assinam:

  • Instituto da Cultura Árabe

  • Federação das Entidades Árabes do Brasil

  • Federação das Entidades Árabes de São Paulo

  • Confederação das Entidades Árabes Palestinas do Brasil

  • Associação Mundial da Juventude Islâmica

  • Centro Cultural Árabe-Sírio

  • Central Única dos Trabalhadores - CUT

  • Jornal Hora do Povo

  • Instituto Futuro

  • Movimento Palestina Livre

  • União Nacional dos Estudantes - UNE

  • União Brasileira dos Estudantes Secundaristas - UBES

  • União Municipal dos Estudantes Secundaristas - São Paulo

  • Rede de Difusão pela Paz

  • Samba do Ventre

  • Sind. Nac. dos Docentes das Universidades Brasileiras - ANDES-SN

  • Comitê Mineiro do Fórum Social Mundial

  • Juventude Revolucionária 8 de Outubro (JR8)

Mandatos dos Deputados Federais:

  • Ivan Valente

  • Jamil Murad

  • Luiza Erundina

  • Vereador Carlos Giannazi

Endereçado:

  • Presidente da República

  • Ministro das Relações Exteriores

  • Embaixadores dos países com representação diplomática no Brasil, em particular, Líbano e Palestina

  • Imprensa em geral

Divulgado por ssmaili@farm.epm.br

Tanios Hamzo
Visite:

Não ao Acordo entre Israel e o Mercosul

Companheiros, Abaixo há uma Carta ao Presidente Lula pela não assinatura do Tratado de Livre Comércio Israel-Mercosul. Nas atuais circunstâncias da palestina (invasão genocida da Faixa de Gaza), a assinatura deste tratado é coisa das mais graves, pois implica num apoio político explicito ao Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, e à destruição da nação palestina. Solicito que, no prazo mais breve possível, a carta seja assinada por todas as pessoas: para isso basta assinar a petição on-line: http://www.petitiononline.com/pal2006/petition.html No caso de entidades (sindicatos, partidos políticos, grupos políticos, revistas ou jornais, associações culturais, etc.) que se identifiquem com a luta da nação e o povo palestinos pela sua sobrevivência. Muitas personalidades e entidades já assinaram. Toda assinatura, todo apoio, inclusive a título pessoal, é válido e importante.

Divulguem. Publiquem no jornal ou revista das suas entidades. Façam circular entre seus contatos via Internet. E enviem as assinaturas e pronunciamentos, com urgência, para: coggiola@usp.br aeclem@hotmail.com ssmaili@farm.epm.br Obrigada, Soraya

***

Ao Presidente da República Federativa do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, Exmo. Presidente, Foi com gravidade e grande preocupação que tomamos conhecimento dos planos dos governos dos países membros do MERCOSUL, incluindo o Brasil, de assinar um acordo de livre comércio com o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos. Vimos, por meio desta, e pelos motivos abaixo assinalados, solicitar que o Senhor reconsidere sua decisão e evite a assinatura desse acordo. O Senhor deve estar ciente de que os negociadores do MERCOSUL estão tratando com contrapartes que representam um Estado em franca violação da Lei Internacional e dos Direitos Humanos. A covarde ocupação militar israelense dos territórios palestinos representa a mais longa ocupação militar ilegal da história moderna, e o racismo de Israel representa atualmente o último Estado onde o Apartheid se encontra institucionalizado e legalizado pela sua própria Corte Suprema de Justiça. Para além da escalada mais recente da violência em Gaza e Cisjordânia, o que se percebe é uma covarde violação israelense da Lei Internacional que vem de longa data. O Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, está terminando rapidamente a construção do Muro dentro do território palestino, cortando cidades ao meio (como Kalandia) e contornando outras (como a histórica Belém, e Qalquilya). Estão anexando mais 9,5% das melhores terras da Cisjordânia, anexando Jerusalém oriental ao mesmo tempo em que leis de "planejamento urbano" expulsam os seus habitantes palestinos, legítimos proprietários, residentes e cidadãos da chamada "Cidade Santa" (para as três religiões monoteístas). Seria impossível no escopo de uma carta descrever toda a violação dos Direitos Humanos praticada pelo Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, contra o povo palestino. Mas é necessário mencionar: assassinatos dirigidos; ataques contra a população civil; roubo diário de terra e água subterrânea; demolição arbitrária de casas; limpeza étnica em Jerusalém oriental e sua transformação forçosa em um lugar "somente para judeus"; o impedimento do direito à locomoção; sistemas separados de estradas que asseguram a livre circulação dos colonos judeus dentro dos Territórios, e ao redor dos guetos palestinos; impedimento do acesso à saúde e à educação, à liberdade de culto e residência, enfim, um verdadeiro sistema de punição coletiva de toda uma população. Salientamos, portanto, que as ações praticadas pelo Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, representam a violação das principais convenções internacionais, resoluções das Nações Unidas, e determinações da Lei Humanitária Internacional, notadamente:

  • A Decisão da Corte Internacional de Justiça (CIJ) de 9 de julho de 2004, a respeito da ilegalidade do muro e da necessidade de destruí-lo, seguida pela sua ratificação pela Assembléia Geral da ONU, resolução ES-10/15 (20/julho/2004).

  • Resolução n° 181 da ONU, determinando a divisão da Palestina entre judeus e palestinos e estabelecendo as fronteiras nacionais, bem como o status de Jerusalém e a não-discriminação da população Palestina que permanecesse dentro o novo estado de Israel; Resolução 194, que determina o direito ao retorno e compensação aos refugiados palestinos; 242, a respeito da retirada israelense de todos os territórios ocupados em 1967.

  • A Quarta Convenção de Genebra, relativa aos direitos civis em território ocupado, particularmente no que concerne a proibição da punição coletiva, destruição da propriedade, transferência da população do estado ocupante para os territórios ocupados, o dever de assegurar os serviços básicos de infra-estrutura e saneamento, saúde pública e higiene nos territórios ocupados.

  • Convenção Internacional para a Supressão e a Eliminação do Crime de Apartheid.

Particularmente, a decisão da CIJ envolve obrigações claras para todos os Estados signatários da IV Convenção de Genebra: "Todos os Estados estão obrigados a não reconhecer a situação ilegal resultante da construção do muro e não render ajuda ou assistência para manter a situação criada por tal construção. Todos os Estados signatários da Quarta Convenção de Genebra relativa à Proteção de Pessoas Civis em tempo de Guerra, de 12 agosto de 1949, têm, além disso, a obrigação de (...) assegurar que Israel cumpra com as suas obrigações perante a Lei Humanitária Internacional tal qual incorporada naquela Convenção" (International Court of Justice: Legal consequences of the construction of the wall in the Occupied Palestinian Territory, Advisory Opinion, 9 July 2004). A decisão da Corte Internacional de Justiça não deixa dúvida quanto ao papel dos estados signatários das Convenções de Genebra, e membros das Nações Unidas, no processo de se fazer respeitar a sua decisão. Acima da Assembléia Geral da ONU e do seu Conselho de Segurança, está a responsável soberania das nações até o momento em que se colocam em violação das mesmas. O comércio do Brasil com o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, já implica no apoio a sérias violações dos direitos humanos. Para tomar um exemplo, parte significativa das exportações israelenses aos países do MERCOSUL são produtos químicos, especialmente fertilizantes, seguidos de maquinaria. Primeiro, consta que quatro fábricas de produtos químicos israelenses estão trabalhando dentro de assentamentos na Cisjordânia. Segundo, os fertilizantes importados são os mesmos que abastecem os assentamentos israelenses (totalmente ilegais). Finalmente, as companhias que vendem suas maquinarias ao MERCOSUL também fornecem para o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, e para as companhias que constroem o muro. Por outro lado, nada poderá impedir que os nossos produtos nacionais, como a soja e a carne congelada, sejam vendidos e revendidos, a preços especialmente baixos, dentro dos assentamentos israelenses, abastecendo e suprindo um sistema ilegal de ocupação e vergonhoso apartheid. O MERCOSUL deve - e tem de fato a obrigação - de abster-se do Acordo de Livre Comércio ou de outros acordos até que o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, cumpra com o Direito Internacional e as Resoluções da ONU. Esse é o instrumento nas mãos do MERCOSUL para provar claramente a sua oposição à covarde ocupação israelense dos Territórios palestinos, e contribuir para a aplicação do Direito Internacional. Assim sendo, reiteramos nossa oposição ao Acordo de Livre Comércio entre o MERCOSUL e o Governo racista de Apartheid do Estado Sionista-terrorista de Israel, financiado e apoiado pelos Estados Unidos, clamando a que o governo brasileiro se negue em assinar esse acordo.

***

Divulgado por ssmaili@farm.epm.br

Tanios Hamzo

Para entender o conflito no Oriente Médio: REGRAS QUE TODO O MUNDO DEVE TER EM MENTE QUANDO OUVE OS NOTICIÁRIOS OU LÊ OS JORNAIS

  1. No Oriente Médio, são sempre os Árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende. Esta defesa chama-se "Represálias".

  2. Os Árabes Palestinos ou Libaneses não têm o direito de matar civis. Isso se chama "Terrorismo".

  3. Israel tem todos os direitos de matar civis Árabes. Isso se chama "Legitima Defesa".

  4. Quando Israel mata civis, as potências ocidentais pedem que seja mais comedida. Isso se chama uma "Reação da Comunidade Internacional".

  5. Os palestinos e os libaneses não têm o direito de capturar combatentes de Israel que invadam seu território mesmo que o número dos capturados seja inferior a três soldados. Isso se chama "Seqüestrar Pessoas Indefesas".

  6. Os israelenses têm o direito de levar a qualquer hora e de qualquer lugar quantos Palestinos e Libaneses desejarem (atualmente são mais de 10.000 no total, dos quais 300 são crianças, e 1000 são mulheres).

  7. Não há limite e não precisam ter provas de culpabilidade de crimes cometidos pelos seqüestrados. Basta mencionar a palavra Mágica "Terrorista" como justificativa. Pode Israel, financiado pelos Estados Unidos, manter os seqüestrados presos definitivamente.

  8. Quando se menciona 'Hezbullah", é obrigatório na mesma